domingo, 31 de março de 2013

Chamada UEMA - Contemporânea - 1/2013

Antes da chamada, uma explicação para os símbolos e letras usados.  "P" indica "presença; "F", falta; "Ok" significa que o aluno entregou o fichamento; "X" significa que o aluno não entregou o devido fichamento.  Se o aluno estava em sala quando a aula começou, ou seja, às 7h30, receberá "P" no primeiro tempo, e se permanecer até o final, o "P" corresponde ao segundo tempo.  Por isso, caso o aluno tenha chegado às 7h30 e de fato assistido a aula até o fim, haverá dois "P".  Lembrando que só é possível haver 25% de faltas, assim como 25% de fichamentos em débito.


ALUNO25/mar27/03/201301/04/201303/04/201305/04/201308/04/201315/04/201317/04/201322/04/201324/04/2013
Adriana FerreiraP - PF - P - OkF - P - OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKF-P-XP-P-OK
Álvaro MorenoF -FF -F - XP - P - XP-P-OKP-P-OKF-P-XF - P - OkF-F-XF-F-XP-P-OK
Andréa Pestana AlmeidaP - PP - P - OKP - P - OKF-F-XF-P-OKP-P-XP-P-OKP-P-OKP - P - XP-P-OK
Antonio Carlos Araújo R. Jr. (Tonny)P - PP - P - OKP - P - OKP-P-OKP-P-OKF-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKF - P - Ok
Edilene Pereira ValeP - PF - P - OkF - P - OKF-F-XF-P-XF-P-OKF - P - OkF - P - OkP-P-OKP-P-OK
Eucilene C. Pereira. L.P - PP - P - OKF-P-OKP-P-OKP-P-OKF-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Evandro Cunha PintoF -FP - P -  XF-F-XF-P-OKF-P-XF-P-OKF - P - Ok P-P-OKP-P-OK
Flávio PereiraF -FF- F - XF -P - XP-P-XP-P-OKP-P-OKF-F-XP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Francinete Pancadilha PereiraP - PF - P - OkF-F-XF-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKF-F-XP-P-OK
Honório TavaresF -FF - F  -XP - P - XP-P-XF-F-XP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Indrid Luane C. de OliveiraP - PF - F  -XF-F-XP-P-XP-F-XP-P-OKF-F-XP-P-OKF-P-XP-P-OK
Joana Darc Nascimento de CarvalhoP - PP - P - OKP - P - OKF-F-XP-P-OKP-P-XP - P -  XP-P-OKP - P - XP-P-OK
Jéssica Mayara Santos SampaioP - PP - P - OKP - P - OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Joyce Cristine S. LopesP - PP - P -  XF-F-XP-P-OKF-F-XF-F-XP-P-OKF - P - OkP-P-OKP-P-OK
Karla Fabíola dos Santos LimaP - PP - P - OKF-F-XP-P-OKF-F-XP-P-OKF - P - OkP-P-OKP - P - XP-P-OK
Luis Fernando C. PinheiroP - PF - P - XF-F-XF-P-XP-P-OKF-P-OKF - P - OkF-P-OKF - P - OkF-F-X
Lycia Gabriella M. SantosP - PF - P - OkF - P - OKP-P-OKF-F-XF-P-OKF - F  -XF-P-OKF - P - OkF-P-OK
Marina AraújoF -FF -F - XP - P - XP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Rogério RodriguesF -FF -F - XF -F - XP-P-XP-P-OKF-F-Xdoente-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Ronny Pereira CoelhoF -FF - F  -XF -P - XP-P-XP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OK
Tayane Cristina F -FF -F - XF -F - XP-P-XF-F-XF-F-XF-P-XF - P - OkF-F-XF-F-X
Teresa CristinaF -FF - F  -XF -P - XP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKP-P-OKF-F-XP-P-OK
Walker C. de S. LimaP - PF - F  -XP-P-XP-P-OKP-P-OKP-P-OKF - P - OkP-P-OKF - P - OkP-P-OK
Werbeth S. BeloP - PF - F  -XF-P-XP-P-OKP-P-OKF-F-XP-P-OKP-P-OKP - P - XF-F-X
William Braga NascimentoP - PP - P - OKP-P-XP-P-OKP-P-OKP-P-X P-P-OKP - P - XF-F-X
Rafael CutrimF -FF- F - XF-F-XF-F-XF-F-XF-F-XF-P-XF-P-XF-P-XF-P-X

quarta-feira, 20 de março de 2013

Guia do aluno - fichamento

Para se fazer um bom fichamento, é preciso saber primeiro o que você NÃO deve fazer:

-Um fichamento não deve conter citações.  Use suas próprias palavras.  Lembre-se: o objetivo do fichamento NÃO é REPRODUZIR, NEM RESUMIR, mas FICHAR. 

-um bom fichamento deve saber hierarquizar as idéias do autor, priorizando a tese central do texto.  Não enfatize teses periféricas, embora as possa citar.

-um bom fichamento tem, normalmente, de uma a duas páginas.  Mais do que isso deixa de ser fichamento para ser um resumo alongado.

-evite o texto em prosa.  A idéia do fichamento é indicar com algumas frases os pontos centrais do texto.

-Não faça o fichamento enquanto lê o texto.  Um bom fichamento precisa "sacar" qual é a TESE do texto.  Para isso é preciso ler o texto todo, e só depois saber hierarquizar as informações.

-Não será aceito fichamento atrasado ou entregue por outro aluno que não o próprio.  Logo, a presença é fundamental para entrega do fichamento. Então, não falte às aulas!


Agora o que se deve fazer:

-não há desculpa para não fazer um fichamento.  Ele pode ser entregue feito em computador ou mesmo à mão.

-Não quero "fichas" ou pequenas folhas.  O fichamento deve vir em folhas de papel A4.  Lembrem-se que guardarei muitos fichamentos.

-Analise a TESE central do texto.  Todo texto tem uma tese central.  Indique-a de forma resumida. 

-A partir da tese central faça seu fichamento.  HIERARQUIZE as informações a partir desta.  Não se preocupe com detalhes textuais, exemplos e outras informações periféricas. Concentre-se na TESE.

-Faça o fichamento depois de ler o texto INTEGRALMENTE.

-Fichamento não é resumo.  Evite a prosa!  Embora um pouco inevitável, tente evitá-la ao máximo.  Coloque frases sintéticas, que provem que você leu e entendeu o texto. 



Dicas gerais:

-Não falte às aulas.  Além da chamada normal, você estará sendo julgado pelo fichamento e participação em sala.  A função do fichamento é estimular a discussão em sala, de forma que ninguém fique "boiando" durante as discussões.

-Não fazer os fichamentos pode levar à reprovação.  Há um mínimo de 75% exigido pelo departamento como presença.  Exigerei também um mínimo de 75% dos fichamentos feitos.  Ou seja, 1/4 dos fichamentos podem não ser feitos, caso o aluno se contente com a mediocridade.  Mas lembrem-se: toda falta é necessariamente um fichamento perdido! NÃO ADIANTA PEDIR PARA O COLEGA ENTREGAR!  Caso alguém falte 25% das aulas, automaticamente já está com a corda no pescoço! Se deixar de entregar mais um fichamento, é bomba! Não digam que eu não avisei!

-Não se esqueçam que eu lerei os fichamentos.  Um fichamento mal feito pode ser desconsiderado como válido!  De forma que não é pra fazer de qualquer maneira, obviamente! O objetivo é ajudar o conhecimento, não estimular a mediocridade.

-É impossível que dois fichamentos feitos de forma independente terminem iguais!  De forma que o fichamento é INDIVIDUAL!  Cópias serão desconsideradas!


segunda-feira, 18 de março de 2013

Orientações para a preparação de um seminário




O seminário é a exposição oral de um trabalho coletivo de estudo de um texto. Sua função em nosso curso é facilitar a compreensão dos colegas dos pontos principais do material lido e criar um ambiente favorável para a discussão e esclarecimento de dúvidas sobre o conteúdo abordado.

O seminário em grupo é parte da avaliação dos alunos. Mas a sua finalidade deve ser compreendida, antes de tudo, como uma oportunidade de aprendizado e de prática da exposição de idéias e argumentos. Se essa oportunidade for bem aproveitada, os alunos terão uma boa nota.

Muitos alunos costumam dizer que não gostam de falar em público. Ao menos três respostas cabem aqui: 1) a maioria de nós não gosta, mas a maioria de nós terá que ganhar a vida expondo suas idéias em algum momento; 2) o ‘público’ dos nossos seminários são os colegas, que estão na mesma condição e que sabem tanto ou menos do que o expositor que terá se preparado para esta tarefa; 3) o conhecimento é uma construção coletiva e relacional, não basta ler os textos, é necessário conversar sobre eles, discutir os pontos polêmicos e nebulosos; testar se o seu entendimento corresponde àquilo que os outros também perceberam, ou se você acaba de ter uma grande sacada, que inspirará outras pessoas...

Mas, para que o seminário seja uma experiência interessante para quem o faz e quem o ouve, é preciso preparar-se, estudar o texto, discuti-lo com os seus parceiros de grupo, organizar a exposição e estar consciente do que é o mais importante a ser compartilhado sobre um autor ou um tema.

Dicas do que fazer:

1 – Cada membro do grupo deve ler o texto todo individualmente, fazer anotações sobre o que compreendeu e sobre suas dúvidas, antes da primeira reunião de trabalho. Procure saber quem é o autor e quais são as suas obras;

2 – Na reunião de trabalho, os membros do grupo devem por-se de acordo sobre quais são as idéias principais do texto, devem discutir suas dúvidas. Procurem o professor ou o monitor (caso haja), se acharem necessário. Identifiquem os objetivos do autor, os principais conceitos que ele mobiliza, os argumentos que utiliza para embasar suas proposições, os dados que fornece para amparar seus argumentos, as conclusões a que chega. Procurem identificar as motivações e o contexto em que o autor escreveu seu texto: em quais idéias e autores ele se ampara, contra quem ele escreve, que idéias ele combate, como realizou a pesquisa que embasou a escrita do texto lido.

3 – Apenas depois de discutir bastante e elaborar as respostas às perguntas acima, depois que todos os membros do grupo estiverem conscientes do conteúdo do texto, comecem a organizar a exposição. Qual a melhor forma de comunicar o conteúdo do texto? Quais são os tópicos mais importantes? Usarão algum recurso audiovisual, PowerPoint, um trecho de filme? Quanto tempo levarão para desenvolver cada tópico? O que é possível falar no tempo disponível?

4 – Somente depois de terem pensado TODA a exposição, dividam as tarefas. O que cada um fará durante a exposição e quando tempo terá disponível para isso?

5 -  Divergências entre os expositores não são necessariamente algo ruim.  Haver polêmica entre os expositores é algo bem-vindo, desde que fique claro para o ‘público’ o ponto de divergência.

6 - Um bom seminário é aquele que levanta questões pertinentes do texto. Um bom seminarista é aquele que fala relativamente pouco e coloca questões para o público debater.  A função do seminário é fazer todos debaterem.  De forma que não se trata de "expor" um texto, mas problematizá-lo.  Todos terão lido o texto.  A função do seminarista é levantar a bola, para que a discussão comece num nível elevado. 

Dicas do que NÃO fazer:

1 – Não dividam o texto por número de páginas a serem lidas e expostas por cada pessoa antes mesmo de saber onde fica o xerox! Todo o grupo deve ter lido o texto todo.  Não faça um trabalho ‘Frankstein’, no qual cada um só sabe “a sua parte”.  Fica na cara de todo mundo que o conhecimento fracionado dificilmente chega a lugar algum. 

2 – Não improvise! Não chegue no dia com suas 5 páginas do livro grifadas para procurar, ali na hora do pênalti, onde estão as coisas tão importantes que o autor tinha a dizer... quais são elas mesmo, desculpem, estou um pouco nervoso, estava bem aqui...

3 – NÃO LEIA a sua exposição! Se produzir um texto bem feito sobre o seu seminário, imprima-o e distribua na hora, envie por e-mail, publique em seu blog, isto será muito bem vindo! Mas, por favor, não leia nada na hora! Tenha à mão apenas uma folha com os pontos mais importantes para guiar-se e não esquecer. Mostre que você sabe do que está falando.

4 – Não se prenda aos mínimos detalhes. Suponha que todos os presentes leram (ou lerão em breve) o texto a ser exposto. Fale com seus colegas como se eles compartilhassem o conhecimento do que você está dizendo. Seu objetivo é apenas apresentar de outra forma aquilo que está sendo discutido nas aulas.

5 – Não desanime ou se atrapalhe se o professor ou outro colega disser aquilo que você tinha se preparado para dizer. Você certamente dirá a coisa de uma outra forma, reforçando a importância daquele tópico para a compreensão do conteúdo. Execute aquilo que foi combinado, porque a sua parte é importante para o conjunto do seminário.

6 – Não exceda o tempo previsto em sua exposição. Mas também não se seja tão breve que dê aos ouvintes a sensação de que você não tinha nada de importante a dizer e estava ali só para ganhar o ponto na nota.

7 - Não resuma o texto.  A função do seminário NÃO é sintetizar o texto para os que não o leram.  A função do seminário é estimular a discussão.  Quanto mais isto for feito, melhor o seminário.

Outras dicas:

- Aprender a trabalhar em grupo é uma arte, um exercício extremamente útil para sobreviver em sociedade. Aproveite!

- Todas as pessoas são tímidas. Algumas apenas aprendem a disfarçar melhor e lidar bem com isso.

- Cada pessoa sabe alguma coisa. E não sabe muitas outras. Aproveite o seminário para fazer essa troca.

- O objetivo do seminário é facilitar o seu aprendizado mediante a relação com os outros que estão na mesma situação, seja você o expositor ou o ouvinte.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ementa Mundo Contemporâneo


UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS.
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
CURSO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: MUNDO CONTEMPORÂNEO – 60h
PROFESSOR: Gustavo Alonso (gustavoalonsoferreira@gmail.com)
Blog do curso: http://mundocontemporaneouema.blogspot.com.br/

Ementa: O curso pretende abordar o desenvolvimento de importantes processos históricos no mundo contemporâneo, em suas dimensões política, econômica e cultural. Serão discutidos: o avanço do capitalismo industrial; imperialismo, a crise do capitalismo liberal e as guerras mundiais; nazismo e fascismo; revoluções e transformações políticas e sociais nos mundos capitalista e socialista; globalização, pós-modernidade e neoliberalismo.

Objetivos: A) Familiarizar os estudantes com literatura clássica e recente em torno das principais polêmicas da historiografia. B) Trabalhar com diferentes abordagens de análise histórica, apresentando perspectivas culturais, políticas e econômicas. C) Estimular a prática interdisciplinar e uso de diferentes tipos de material como fonte de pesquisa.

Metodologia: O curso será composto de aulas de debate.  Leitura dos textos por parte dos alunos e professor em casa.  Discussão a partir dos textos indicados.

Avaliações: Duas provas individuais, dissertativas.  Entrega de fichamentos dos textos no dia de discussão do texto (ver Guia do aluno – fichamento no blog do curso). Participação em sala. Participação em pelo menos 2 dias como responsável pela condução da discussão dos textos. Nos dias em que aluno ficar encarregado da discussão do texto não precisará entregar fichamento. 

Dia
Leitura
Atividade
1
-
Distribuição da ementa.  Apresentação do curso. 
2
Löwy, Michel. “Figuras do romantismo anticapitalista”. IN: Romantismo e política. São Paulo: Paz & Terra. 1993, pp. 9-79.
Discussão do texto, participação no debate e entrega do fichamento.
3
Sennett, Richard. “O domínio público” IN: O declínio do homem público: as tiranias da intimidade. São Paulo: Companhia das Letras. 1988, pp. 15-44.
Idem
4
Foucault, Michel. “Conferência 4” e “Conferência 5”. IN: A Verdade e as formas jurídicas.  Rio de Janeiro: Nau Ed., 1996, pp. 79-102 e 103-126. Baixe-o AQUI.
Idem
5
Fernandes, Luís. "Cap. II: O debate marxista sobre a Economia Política do Imperialismo no início do século”, In: URSS, ascensão e queda: a economia política das relações da URSS com o mundo capitalista. São Paulo: Editora Anita Garibaldi, 1991, , p. 15-62
Idem
6
Hobsbawm, Eric. “Introdução” e “Capitulo 2 – Bandidos”. Rebeldes primitivos. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1970, pp. 11-45. Baixe-o AQUI
Idem
7
Thompson, E.P. “Algunas observaciones sobre clase y ‘falsa conciencia’” IN: História Social, 10 (1991). Baixe-o AQUI ou AQUI
Idem
8
Singer, Ben. “Modernidade, hiperestímulo e o início do sensacionalismo”. IN: Charney, Leo & Schwartz, Vanessa R. (orgs.) O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001, pp. 95-126.
Idem
9
Acosta, Susana Dawbarn de. El debate historiográfico sobre las causas de la Primera Guerra Mundial. Baixe-o AQUI.
Idem
10
Segrillo, Angelo.  “Historiografia da Revolução Russa: antigas e novas abordagens” IN: História, Historiadores, Historiografia. PP: 63-92.  Baixe-o AQUI.
Idem
11
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades de tipo soviético – Primeira parte: as interpretações ocidentais”. IN: BIB, Rio de Janeiro, n. 39, 1º semestre 1995, pp. 41-83.
Idem
12
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades de tipo soviético – Segunda parte parte: as principais interpretações marxistas”. IN: BIB, Rio de Janeiro, n. 38, 2º semestre 1994, pp. 15-49.
Idem
13
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades de tipo soviético –Parte final: leituras centradas na prevalência do Capitalismo de Estado e/ou burocrático e a convergência problemática no conceito de Stalinismo”. IN: BIB, Rio de Janeiro, n. 43, 1º semestre 1997, pp. 27-66.
Idem
14
PROVA
Avaliação. Produção textual a partir dos textos discutidos em sala de aula – 1ª nota.
15
Sherman, Howard. "A teoria econômica Keynesiana e a Grande Depressão". História do Pensamento econômico. Petropólis. Vozes, 1993, pp. 163-177. Baixe-o AQUI.
Discussão do texto, participação no debate e entrega do fichamento
16
Poggi, Tatiana. “Capítulo 1: Fascismo e neofacismo”. IN: Faces do extremo: uma análise do neofascismo  nos EUA (1970-2010). Tese em História. ICHF. 2012, pp. 10-64.  Baixe-o AQUI.
Discussão do texto, participação no debate e entrega do fichamento.
17

FILME: A lista de Schindler, de Steven Spielberg
18
Kershaw, Ian. “Los historiadores y el problema de explicar o nazismo”. IN: La dictadura nazi. Problemas y perspectivas de interpretacion. Buenos Aires: Siglo XXI Editores. 2006, pp. 15-38.
Discussão do texto, participação no debate e entrega do fichamento
19
Vigevani, Tullo. “Origens desenvolvimento da Segunda Guerra”. IN: Coggiola, Osvaldo (org). Segunda Guerra Mundial: um balanço histórico.  São Paulo USP, 1995, pp. 15-34. Baixe-o AQUI.
Idem
20
Finkelstein, Norman. “Capitalizando o Holocausto”. In: A indústria do Holocausto. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2001, pp. 11-50.
Idem
21
Rodrigues, Luís Nuno. O debate sobre as origens da Guerra Fria. Baixe-o AQUI.
Idem
22
Jameson, Frederic. “A lógica cultural do capitalismo tardio”. IN: Pós-modernismo. A lógica cultural do capitalismo tardio. Rio de Janeiro: Ática. 1991, pp. 27-79.
Idem
23
Harvey, David.  “Pós-modernismo” IN: Condição pós-moderna. São Paulo: Ed. Loyola, 1992, pp. 45-67.
Idem
24
Lipovetsky, Gilles. “As três etapas do capitalismo de consumo” e Além da posição social: o consumo emocional”.  In: Felicidade Paradoxal. Ensajio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras. 2007, pp. 21-59. Baixe-o AQUI.
Idem
25
Hall, Stuart. “Partes 1. A identidade em questão; 2 Nascimento e morte do sujeito moderno; 3. As culturas nacionais como comunidades imaginadas; 4. Globalização”. A Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006, pp. 1-20. Baixe-o AQUI.
Idem
26
Deleuze, Gilles. “Controle e devir” e “Post-scriptum sobre as sociedade de controle”. In: Conversações. São Paulo. Ed. 34, pp. 209-226.
Idem
27
Sibilia, Paula. “Eu privado e o declínio do homem público”. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008, pp. 55-88.
Idem
28
Sibilia, Paula. “Eu visível e eclipse da interioridade”. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008, pp. 89-114.
Idem
29
Lévy, Pierre. “Introdução: dilúvios”; “A cibercultura encontra-se em ruptura com os valores fundadores da modernidade europeia?” & “Conclusão: A cibercultura ou a tradição simultânea”. IN: São Paulo. Ed. 34, pp. 11-20; 253-260.
Idem
30
PROVA
Avaliação. Produção textual a partir dos textos discutidos em sala de aula – 2ª nota