| ALUNO | 25/mar | 27/03/2013 | 01/04/2013 | 03/04/2013 | 05/04/2013 | 08/04/2013 | 15/04/2013 | 17/04/2013 | 22/04/2013 | 24/04/2013 |
| Adriana Ferreira | P - P | F - P - Ok | F - P - OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F-P-X | P-P-OK |
| Álvaro Moreno | F -F | F -F - X | P - P - X | P-P-OK | P-P-OK | F-P-X | F - P - Ok | F-F-X | F-F-X | P-P-OK |
| Andréa Pestana Almeida | P - P | P - P - OK | P - P - OK | F-F-X | F-P-OK | P-P-X | P-P-OK | P-P-OK | P - P - X | P-P-OK |
| Antonio Carlos Araújo R. Jr. (Tonny) | P - P | P - P - OK | P - P - OK | P-P-OK | P-P-OK | F-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F - P - Ok |
| Edilene Pereira Vale | P - P | F - P - Ok | F - P - OK | F-F-X | F-P-X | F-P-OK | F - P - Ok | F - P - Ok | P-P-OK | P-P-OK |
| Eucilene C. Pereira. L. | P - P | P - P - OK | F-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Evandro Cunha Pinto | F -F | P - P - X | F-F-X | F-P-OK | F-P-X | F-P-OK | F - P - Ok | P-P-OK | P-P-OK | |
| Flávio Pereira | F -F | F- F - X | F -P - X | P-P-X | P-P-OK | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Francinete Pancadilha Pereira | P - P | F - P - Ok | F-F-X | F-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK |
| Honório Tavares | F -F | F - F -X | P - P - X | P-P-X | F-F-X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Indrid Luane C. de Oliveira | P - P | F - F -X | F-F-X | P-P-X | P-F-X | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK | F-P-X | P-P-OK |
| Joana Darc Nascimento de Carvalho | P - P | P - P - OK | P - P - OK | F-F-X | P-P-OK | P-P-X | P - P - X | P-P-OK | P - P - X | P-P-OK |
| Jéssica Mayara Santos Sampaio | P - P | P - P - OK | P - P - OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Joyce Cristine S. Lopes | P - P | P - P - X | F-F-X | P-P-OK | F-F-X | F-F-X | P-P-OK | F - P - Ok | P-P-OK | P-P-OK |
| Karla Fabíola dos Santos Lima | P - P | P - P - OK | F-F-X | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK | F - P - Ok | P-P-OK | P - P - X | P-P-OK |
| Luis Fernando C. Pinheiro | P - P | F - P - X | F-F-X | F-P-X | P-P-OK | F-P-OK | F - P - Ok | F-P-OK | F - P - Ok | F-F-X |
| Lycia Gabriella M. Santos | P - P | F - P - Ok | F - P - OK | P-P-OK | F-F-X | F-P-OK | F - F -X | F-P-OK | F - P - Ok | F-P-OK |
| Marina Araújo | F -F | F -F - X | P - P - X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Rogério Rodrigues | F -F | F -F - X | F -F - X | P-P-X | P-P-OK | F-F-X | doente-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Ronny Pereira Coelho | F -F | F - F -X | F -P - X | P-P-X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK |
| Tayane Cristina | F -F | F -F - X | F -F - X | P-P-X | F-F-X | F-F-X | F-P-X | F - P - Ok | F-F-X | F-F-X |
| Teresa Cristina | F -F | F - F -X | F -P - X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK |
| Walker C. de S. Lima | P - P | F - F -X | P-P-X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-OK | F - P - Ok | P-P-OK | F - P - Ok | P-P-OK |
| Werbeth S. Belo | P - P | F - F -X | F-P-X | P-P-OK | P-P-OK | F-F-X | P-P-OK | P-P-OK | P - P - X | F-F-X |
| William Braga Nascimento | P - P | P - P - OK | P-P-X | P-P-OK | P-P-OK | P-P-X | P-P-OK | P - P - X | F-F-X | |
| Rafael Cutrim | F -F | F- F - X | F-F-X | F-F-X | F-F-X | F-F-X | F-P-X | F-P-X | F-P-X | F-P-X |
domingo, 31 de março de 2013
Chamada UEMA - Contemporânea - 1/2013
Antes da chamada, uma explicação para os símbolos e letras usados. "P" indica "presença; "F", falta; "Ok" significa que o aluno entregou o fichamento; "X" significa que o aluno não entregou o devido fichamento. Se o aluno estava em sala quando a aula começou, ou seja, às 7h30, receberá "P" no primeiro tempo, e se permanecer até o final, o "P" corresponde ao segundo tempo. Por isso, caso o aluno tenha chegado às 7h30 e de fato assistido a aula até o fim, haverá dois "P". Lembrando que só é possível haver 25% de faltas, assim como 25% de fichamentos em débito.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Guia do aluno - fichamento
Para se fazer um bom fichamento, é preciso saber primeiro o que você NÃO deve fazer:
-Um fichamento não deve conter citações. Use suas próprias palavras. Lembre-se: o objetivo do fichamento NÃO é REPRODUZIR, NEM RESUMIR, mas FICHAR.
-um bom fichamento deve saber hierarquizar as idéias do autor, priorizando a tese central do texto. Não enfatize teses periféricas, embora as possa citar.
-um bom fichamento tem, normalmente, de uma a duas páginas. Mais do que isso deixa de ser fichamento para ser um resumo alongado.
-evite o texto em prosa. A idéia do fichamento é indicar com algumas frases os pontos centrais do texto.
-Não faça o fichamento enquanto lê o texto. Um bom fichamento precisa "sacar" qual é a TESE do texto. Para isso é preciso ler o texto todo, e só depois saber hierarquizar as informações.
-Não será aceito fichamento atrasado ou entregue por outro aluno que não o próprio. Logo, a presença é fundamental para entrega do fichamento. Então, não falte às aulas!
Agora o que se deve fazer:
-não há desculpa para não fazer um fichamento. Ele pode ser entregue feito em computador ou mesmo à mão.
-Não quero "fichas" ou pequenas folhas. O fichamento deve vir em folhas de papel A4. Lembrem-se que guardarei muitos fichamentos.
-Analise a TESE central do texto. Todo texto tem uma tese central. Indique-a de forma resumida.
-A partir da tese central faça seu fichamento. HIERARQUIZE as informações a partir desta. Não se preocupe com detalhes textuais, exemplos e outras informações periféricas. Concentre-se na TESE.
-Faça o fichamento depois de ler o texto INTEGRALMENTE.
-Fichamento não é resumo. Evite a prosa! Embora um pouco inevitável, tente evitá-la ao máximo. Coloque frases sintéticas, que provem que você leu e entendeu o texto.
Dicas gerais:
-Não falte às aulas. Além da chamada normal, você estará sendo julgado pelo fichamento e participação em sala. A função do fichamento é estimular a discussão em sala, de forma que ninguém fique "boiando" durante as discussões.
-Não fazer os fichamentos pode levar à reprovação. Há um mínimo de 75% exigido pelo departamento como presença. Exigerei também um mínimo de 75% dos fichamentos feitos. Ou seja, 1/4 dos fichamentos podem não ser feitos, caso o aluno se contente com a mediocridade. Mas lembrem-se: toda falta é necessariamente um fichamento perdido! NÃO ADIANTA PEDIR PARA O COLEGA ENTREGAR! Caso alguém falte 25% das aulas, automaticamente já está com a corda no pescoço! Se deixar de entregar mais um fichamento, é bomba! Não digam que eu não avisei!
-Não se esqueçam que eu lerei os fichamentos. Um fichamento mal feito pode ser desconsiderado como válido! De forma que não é pra fazer de qualquer maneira, obviamente! O objetivo é ajudar o conhecimento, não estimular a mediocridade.
-É impossível que dois fichamentos feitos de forma independente terminem iguais! De forma que o fichamento é INDIVIDUAL! Cópias serão desconsideradas!
-Um fichamento não deve conter citações. Use suas próprias palavras. Lembre-se: o objetivo do fichamento NÃO é REPRODUZIR, NEM RESUMIR, mas FICHAR.
-um bom fichamento deve saber hierarquizar as idéias do autor, priorizando a tese central do texto. Não enfatize teses periféricas, embora as possa citar.
-um bom fichamento tem, normalmente, de uma a duas páginas. Mais do que isso deixa de ser fichamento para ser um resumo alongado.
-evite o texto em prosa. A idéia do fichamento é indicar com algumas frases os pontos centrais do texto.
-Não faça o fichamento enquanto lê o texto. Um bom fichamento precisa "sacar" qual é a TESE do texto. Para isso é preciso ler o texto todo, e só depois saber hierarquizar as informações.
-Não será aceito fichamento atrasado ou entregue por outro aluno que não o próprio. Logo, a presença é fundamental para entrega do fichamento. Então, não falte às aulas!
Agora o que se deve fazer:
-não há desculpa para não fazer um fichamento. Ele pode ser entregue feito em computador ou mesmo à mão.
-Não quero "fichas" ou pequenas folhas. O fichamento deve vir em folhas de papel A4. Lembrem-se que guardarei muitos fichamentos.
-Analise a TESE central do texto. Todo texto tem uma tese central. Indique-a de forma resumida.
-A partir da tese central faça seu fichamento. HIERARQUIZE as informações a partir desta. Não se preocupe com detalhes textuais, exemplos e outras informações periféricas. Concentre-se na TESE.
-Faça o fichamento depois de ler o texto INTEGRALMENTE.
-Fichamento não é resumo. Evite a prosa! Embora um pouco inevitável, tente evitá-la ao máximo. Coloque frases sintéticas, que provem que você leu e entendeu o texto.
Dicas gerais:
-Não falte às aulas. Além da chamada normal, você estará sendo julgado pelo fichamento e participação em sala. A função do fichamento é estimular a discussão em sala, de forma que ninguém fique "boiando" durante as discussões.
-Não fazer os fichamentos pode levar à reprovação. Há um mínimo de 75% exigido pelo departamento como presença. Exigerei também um mínimo de 75% dos fichamentos feitos. Ou seja, 1/4 dos fichamentos podem não ser feitos, caso o aluno se contente com a mediocridade. Mas lembrem-se: toda falta é necessariamente um fichamento perdido! NÃO ADIANTA PEDIR PARA O COLEGA ENTREGAR! Caso alguém falte 25% das aulas, automaticamente já está com a corda no pescoço! Se deixar de entregar mais um fichamento, é bomba! Não digam que eu não avisei!
-Não se esqueçam que eu lerei os fichamentos. Um fichamento mal feito pode ser desconsiderado como válido! De forma que não é pra fazer de qualquer maneira, obviamente! O objetivo é ajudar o conhecimento, não estimular a mediocridade.
-É impossível que dois fichamentos feitos de forma independente terminem iguais! De forma que o fichamento é INDIVIDUAL! Cópias serão desconsideradas!
segunda-feira, 18 de março de 2013
Orientações para a preparação de um seminário
O seminário é a exposição oral de um trabalho coletivo de estudo de
um texto. Sua função em nosso curso é facilitar a compreensão dos colegas dos
pontos principais do material lido e criar um ambiente favorável para a
discussão e esclarecimento de dúvidas sobre o conteúdo abordado.
O seminário em grupo é parte da avaliação dos alunos. Mas a sua
finalidade deve ser compreendida, antes de tudo, como uma oportunidade de
aprendizado e de prática da exposição de idéias e argumentos. Se essa
oportunidade for bem aproveitada, os alunos terão uma boa nota.
Muitos alunos costumam dizer que não gostam de falar em público. Ao
menos três respostas cabem aqui: 1) a maioria de nós não gosta, mas a maioria
de nós terá que ganhar a vida expondo suas idéias em algum momento; 2) o
‘público’ dos nossos seminários são os colegas, que estão na mesma condição e
que sabem tanto ou menos do que o expositor que terá se preparado para esta
tarefa; 3) o conhecimento é uma construção coletiva e relacional, não basta ler
os textos, é necessário conversar sobre eles, discutir os pontos polêmicos e
nebulosos; testar se o seu entendimento corresponde àquilo que os outros também
perceberam, ou se você acaba de ter uma grande sacada, que inspirará outras
pessoas...
Mas, para que o seminário seja uma experiência interessante para
quem o faz e quem o ouve, é preciso preparar-se, estudar o texto, discuti-lo
com os seus parceiros de grupo, organizar a exposição e estar consciente do que
é o mais importante a ser compartilhado sobre um autor ou um tema.
Dicas do que fazer:
1 – Cada membro do grupo deve ler o texto todo individualmente,
fazer anotações sobre o que compreendeu e sobre suas dúvidas, antes da primeira
reunião de trabalho. Procure saber quem é o autor e quais são as suas obras;
2 – Na reunião de trabalho, os membros do grupo devem por-se de
acordo sobre quais são as idéias principais do texto, devem discutir suas
dúvidas. Procurem o professor ou o monitor (caso haja), se acharem necessário.
Identifiquem os objetivos do autor, os principais conceitos que ele mobiliza,
os argumentos que utiliza para embasar suas proposições, os dados que fornece
para amparar seus argumentos, as conclusões a que chega. Procurem identificar
as motivações e o contexto em que o autor escreveu seu texto: em quais idéias e
autores ele se ampara, contra quem ele escreve, que idéias ele combate, como
realizou a pesquisa que embasou a escrita do texto lido.
3 – Apenas depois de discutir bastante e elaborar as respostas às
perguntas acima, depois que todos os membros do grupo estiverem conscientes do
conteúdo do texto, comecem a organizar a exposição. Qual a melhor forma de
comunicar o conteúdo do texto? Quais são os tópicos mais importantes? Usarão
algum recurso audiovisual, PowerPoint, um trecho de filme? Quanto tempo levarão
para desenvolver cada tópico? O que é possível falar no tempo disponível?
4 – Somente depois de terem pensado TODA a exposição, dividam as
tarefas. O que cada um fará durante a exposição e quando tempo terá disponível
para isso?
5 - Divergências entre os
expositores não são necessariamente algo ruim.
Haver polêmica entre os expositores é algo bem-vindo, desde que fique
claro para o ‘público’ o ponto de divergência.
6 - Um bom seminário é aquele que levanta questões pertinentes do texto. Um bom seminarista é aquele que fala relativamente pouco e coloca questões para o público debater. A função do seminário é fazer todos debaterem. De forma que não se trata de "expor" um texto, mas problematizá-lo. Todos terão lido o texto. A função do seminarista é levantar a bola, para que a discussão comece num nível elevado.
Dicas do que NÃO fazer:
1 – Não dividam o texto por número de páginas a serem lidas e
expostas por cada pessoa antes mesmo de saber onde fica o xerox! Todo o grupo
deve ter lido o texto todo. Não faça um
trabalho ‘Frankstein’, no qual cada um só sabe “a sua parte”. Fica na cara de todo mundo que o conhecimento
fracionado dificilmente chega a lugar algum.
2 – Não improvise! Não chegue no dia com suas 5 páginas do livro grifadas
para procurar, ali na hora do pênalti, onde estão as coisas tão importantes que
o autor tinha a dizer... quais são elas mesmo, desculpem, estou um pouco
nervoso, estava bem aqui...
3 – NÃO LEIA a sua exposição! Se produzir um texto bem feito sobre o
seu seminário, imprima-o e distribua na hora, envie por e-mail, publique em seu
blog, isto será muito bem vindo! Mas, por favor, não leia nada na hora! Tenha à
mão apenas uma folha com os pontos mais importantes para guiar-se e não
esquecer. Mostre que você sabe do que está falando.
4 – Não se prenda aos mínimos detalhes. Suponha que todos os
presentes leram (ou lerão em breve) o texto a ser exposto. Fale com seus
colegas como se eles compartilhassem o conhecimento do que você está dizendo.
Seu objetivo é apenas apresentar de outra forma aquilo que está sendo discutido
nas aulas.
5 – Não desanime ou se atrapalhe se o professor ou outro colega
disser aquilo que você tinha se preparado para dizer. Você certamente dirá a
coisa de uma outra forma, reforçando a importância daquele tópico para a
compreensão do conteúdo. Execute aquilo que foi combinado, porque a sua parte é
importante para o conjunto do seminário.
6 – Não exceda o tempo previsto em sua exposição. Mas também não se
seja tão breve que dê aos ouvintes a sensação de que você não tinha nada de
importante a dizer e estava ali só para ganhar o ponto na nota.
7 - Não resuma o texto. A função do seminário NÃO é sintetizar o texto para os que não o leram. A função do seminário é estimular a discussão. Quanto mais isto for feito, melhor o seminário.
Outras dicas:
- Aprender a trabalhar em grupo é uma arte, um exercício
extremamente útil para sobreviver em sociedade. Aproveite!
- Todas as pessoas são tímidas. Algumas apenas aprendem a disfarçar
melhor e lidar bem com isso.
- Cada pessoa sabe alguma coisa. E não sabe muitas outras. Aproveite
o seminário para fazer essa troca.
- O objetivo do seminário é facilitar o seu aprendizado mediante a
relação com os outros que estão na mesma situação, seja você o expositor ou o
ouvinte.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Ementa Mundo Contemporâneo
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS.
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
CURSO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: MUNDO CONTEMPORÂNEO – 60h
PROFESSOR: Gustavo Alonso
(gustavoalonsoferreira@gmail.com)
Blog do curso: http://mundocontemporaneouema.blogspot.com.br/
Ementa: O
curso pretende abordar o desenvolvimento de importantes processos históricos no
mundo contemporâneo, em suas dimensões política, econômica e cultural. Serão
discutidos: o avanço do capitalismo industrial; imperialismo, a crise do capitalismo liberal e as guerras mundiais; nazismo
e fascismo; revoluções e transformações políticas e sociais nos mundos
capitalista e socialista; globalização, pós-modernidade e neoliberalismo.
Objetivos: A) Familiarizar os estudantes com literatura clássica
e recente em torno das principais polêmicas da historiografia. B) Trabalhar com
diferentes abordagens de análise histórica, apresentando perspectivas
culturais, políticas e econômicas. C) Estimular a prática interdisciplinar e
uso de diferentes tipos de material como fonte de pesquisa.
Metodologia: O curso será composto de aulas de debate. Leitura dos textos por parte dos alunos e
professor em casa. Discussão a partir
dos textos indicados.
Avaliações: Duas provas individuais,
dissertativas. Entrega de fichamentos
dos textos no dia de discussão do texto (ver Guia do aluno – fichamento no blog do curso). Participação em sala.
Participação em pelo menos 2 dias como responsável pela condução da discussão
dos textos. Nos dias em que aluno ficar encarregado da discussão do texto não
precisará entregar fichamento.
Dia
|
Leitura
|
Atividade
|
1
|
-
|
Distribuição
da ementa. Apresentação do curso.
|
2
|
Löwy,
Michel. “Figuras do romantismo anticapitalista”. IN: Romantismo e política. São Paulo: Paz & Terra. 1993, pp.
9-79.
|
Discussão do
texto, participação no debate e entrega do fichamento.
|
3
|
Sennett, Richard. “O domínio público” IN: O declínio do homem público: as tiranias
da intimidade. São Paulo: Companhia das Letras. 1988, pp. 15-44.
|
Idem
|
4
|
Foucault, Michel. “Conferência 4” e “Conferência 5”. IN: A Verdade e as formas jurídicas.
Rio de Janeiro: Nau Ed., 1996, pp. 79-102 e 103-126. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
5
|
Fernandes, Luís. "Cap. II: O debate marxista sobre a Economia Política do
Imperialismo no início do século”, In: URSS,
ascensão e queda: a economia política das relações da URSS com o mundo
capitalista. São Paulo: Editora Anita Garibaldi, 1991, , p. 15-62
|
Idem
|
6
|
Hobsbawm, Eric. “Introdução” e “Capitulo 2 – Bandidos”. Rebeldes primitivos. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1970, pp.
11-45. Baixe-o AQUI
|
Idem
|
7
|
Idem
|
|
8
|
Singer, Ben.
“Modernidade, hiperestímulo e o início do sensacionalismo”. IN: Charney, Leo
& Schwartz, Vanessa R. (orgs.) O
cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001,
pp. 95-126.
|
Idem
|
9
|
Acosta,
Susana Dawbarn de. El debate
historiográfico sobre las causas de la Primera Guerra Mundial. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
10
|
Segrillo, Angelo. “Historiografia da
Revolução Russa: antigas e novas abordagens” IN: História, Historiadores, Historiografia. PP: 63-92. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
11
|
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades
de tipo soviético – Primeira parte: as interpretações ocidentais”. IN: BIB, Rio de Janeiro, n. 39, 1º
semestre 1995, pp. 41-83.
|
Idem
|
12
|
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades
de tipo soviético – Segunda parte parte: as principais interpretações
marxistas”. IN: BIB, Rio de
Janeiro, n. 38, 2º semestre 1994, pp. 15-49.
|
Idem
|
13
|
Fernandes, Luís. “Leituras do Leste: O debate sobre a natureza das sociedades
de tipo soviético –Parte final: leituras centradas na prevalência do
Capitalismo de Estado e/ou burocrático e a convergência problemática no
conceito de Stalinismo”. IN: BIB,
Rio de Janeiro, n. 43, 1º semestre 1997, pp. 27-66.
|
Idem
|
14
|
PROVA
|
Avaliação. Produção textual a partir dos textos discutidos em sala de aula – 1ª
nota.
|
15
|
Sherman,
Howard. "A teoria econômica Keynesiana e a Grande Depressão". História do Pensamento econômico.
Petropólis. Vozes, 1993, pp. 163-177. Baixe-o AQUI.
|
Discussão do
texto, participação no debate e entrega do fichamento
|
16
|
Poggi,
Tatiana. “Capítulo 1: Fascismo e neofacismo”. IN: Faces do extremo: uma análise do neofascismo nos EUA (1970-2010). Tese em História.
ICHF. 2012, pp. 10-64. Baixe-o AQUI.
|
Discussão do
texto, participação no debate e entrega do fichamento.
|
17
|
FILME: A lista
de Schindler, de Steven Spielberg
|
|
18
|
Kershaw, Ian.
“Los historiadores y el problema de explicar o nazismo”. IN: La dictadura nazi. Problemas y
perspectivas de interpretacion. Buenos Aires: Siglo XXI Editores. 2006,
pp. 15-38.
|
Discussão do
texto, participação no debate e entrega do fichamento
|
19
|
Vigevani, Tullo. “Origens desenvolvimento da Segunda Guerra”. IN: Coggiola,
Osvaldo (org). Segunda Guerra Mundial:
um balanço histórico. São Paulo
USP, 1995, pp. 15-34. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
20
|
Finkelstein, Norman. “Capitalizando o Holocausto”. In: A indústria do Holocausto. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2001, pp.
11-50.
|
Idem
|
21
|
Idem
|
|
22
|
Jameson, Frederic. “A lógica cultural do capitalismo tardio”. IN: Pós-modernismo. A lógica cultural do capitalismo tardio. Rio de
Janeiro: Ática. 1991, pp. 27-79.
|
Idem
|
23
|
Harvey,
David. “Pós-modernismo” IN: Condição pós-moderna. São Paulo: Ed.
Loyola, 1992, pp. 45-67.
|
Idem
|
24
|
Lipovetsky, Gilles. “As três etapas do capitalismo de consumo” e Além da posição
social: o consumo emocional”. In: Felicidade Paradoxal. Ensajio sobre a
sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras. 2007, pp.
21-59. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
25
|
Hall,
Stuart. “Partes 1. A identidade em
questão; 2 Nascimento e morte do sujeito moderno; 3. As culturas nacionais
como comunidades imaginadas; 4. Globalização”. A Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro:
DP&A, 2006, pp. 1-20. Baixe-o AQUI.
|
Idem
|
26
|
Deleuze,
Gilles. “Controle e devir” e “Post-scriptum sobre as sociedade de controle”.
In: Conversações. São Paulo. Ed.
34, pp. 209-226.
|
Idem
|
27
|
Sibilia,
Paula. “Eu privado e o declínio do homem público”. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2008, pp. 55-88.
|
Idem
|
28
|
Sibilia,
Paula. “Eu visível e eclipse da interioridade”. O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2008, pp. 89-114.
|
Idem
|
29
|
Lévy,
Pierre. “Introdução: dilúvios”; “A cibercultura encontra-se em ruptura com os
valores fundadores da modernidade europeia?” & “Conclusão: A cibercultura
ou a tradição simultânea”. IN: São Paulo. Ed. 34, pp. 11-20; 253-260.
|
Idem
|
30
|
PROVA
|
Avaliação. Produção textual a partir dos textos discutidos em sala de aula – 2ª
nota
|
Assinar:
Comentários (Atom)